GT Economia Solidária e Agroecologia realiza ciclo de estudos

Feira Sabores e Saberes, do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia, mostrou na prática ações de economia solidária. Foto: Manuela Cavadas/CBA

O Grupo de Trabalho (GT) Economia Solidária e Agroecologia está realizando o seu primeiro ciclo de estudos do ano de 2026.

São dois encontros virtuais, nos dias 13 e 28/04. Confira os temas:

Dia 13:
– Agroecologia como paradigma: ciência, movimento e projeto político
– Mercados agroecológicos, circuitos curtos e outras abordagens

Dia 28:
– Conflitos contemporâneos: financeirização, regime e disputa territorial

O ciclo de estudos é destinado preferencialmente às 16 pessoas integrantes do GT, entre pesquisadoras e pesquisadores, técnicas e técnicos, e estudantes das regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil, e também às pessoas associadas à Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia).

Como funciona o ciclo de estudos?

Foram destinados dois textos para cada encontro do ciclo de estudos, bem como uma questão geradora do debate. As pessoas participantes devem ler a bibliografia indicada antes dos momentos de trocas.

Nos encontros, os participantes do GT são convidados a compartilhar suas experiências em iniciativas de produção, de comercialização solidária, de abastecimento e de consumo responsável para contribuir com relatos de experiências.

Pessoas interessadas em fazer parte do Grupo de Trabalho e integrar o ciclo de estudos devem entrar em contato com o GT através do e-mail gtabaeconomiasolidaria@gmail.com.

Sobre o Grupo de Trabalho Economia Solidária e Agroecologia

O GT Economia Solidária e Agroecologia, da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia), foi criado com o objetivo de refletir, sistematizar e divulgar estudos e práticas que abordem a centralidade da vida nas vivências de outras economias possíveis, que apontem para a reprodução ampliada da vida.

O grupo discute processos de organização coletiva da produção, da comercialização e do consumo em sistemas agroalimentares de base agroecológica e solidária, incluindo circuitos curtos de comercialização, consumo crítico e solidário, redes solidárias de produção e consumo, Sistemas Participativos de Garantia, tecnologias sociais, dentre outras questões que permeiam práticas saudáveis da economia.

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