A revista Cadernos de Agroecologia publicou nesta segunda-feira (22) os anais do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia, com textos dos trabalhos apresentados nos Tapiris de Saberes do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), realizado de 15 a 18 de outubro de 2025 na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro da Bahia.
Os textos estão separados pelos 19 eixos temáticos dos Tapiris de Saberes desta 13ª edição do CBA. Clique nos links abaixo para acessar as listas de textos publicados por eixo:
- Eixo 1 – Agriculturas Urbanas
- Eixo 2 – Ancestralidades, terra e território
- Eixo 3 – Arte, Cultura, Comunicação Popular, Mídias Sociais e Agroecologia
- Eixo 4 – Biodiversidade e conhecimentos das/os Agricultoras/es, Povos e Comunidades Tradicionais
- Eixo 5 – Campesinato, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional
- Eixo 6 – Contra os Agrotóxicos e Transgênicos
- Eixo 7 – Construção do Conhecimento Agroecológico
- Eixo 8 – Justiça Climática, agroecologia e transformação dos sistemas agroalimentares
- Eixo 9 – Educação em Agroecologia
- Eixo 10 – Gênero, Feminismos e Diversidades na Construção Agroecológica
- Eixo 11 – Infâncias e Agroecologia
- Eixo 12 – Juventudes e Agroecologia
- Eixo 13 – Manejo de Agroecossistemas
- Eixo 14 – Políticas Públicas e Agroecologia
- Eixo 15 – Saúde e Agroecologia
- Eixo 16 – Sistemas Agroalimentares e Economia Solidária
- Eixo 17 – Transições Agroecológicas para a Convivência nos Territórios
- Eixo 18 – Inovações Camponesas e Tecnologias Sociais promovendo agroecologia
- Eixo 19 – Animais na agroecologia
Para celebrar o lançamento do volume 21, número 1 de 2026 da revista, que trouxe os anais do 13º CBA, foi realizada uma transmissão ao vivo via YouTube da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia). Assista:
Clique aqui e saiba mais sobre o evento de lançamento.
Sobre os Tapiris de Saberes
Dentro da programação do CBA, os Tapiris de Saberes são espaços em que pessoas, comunidades, organizações e coletivos apresentam e debatem suas pesquisas técnico-científicas e relatos de experiências populares e técnicas sobre agroecologia. A 13ª edição do Congresso reuniu apresentações em torno de 19 eixos temáticos, todos relacionados à agroecologia e promotores da articulação entre ciências e saberes.
Seguindo os acúmulos dos CBAs anteriores, na 13º edição do evento, foram aprovados para apresentação 2.732 trabalhos, distribuídos nas seguintes modalidades:
1.403 resumos expandidos técnico-científicos;
992 relatos de experiências técnicas;
255 relatos de experiências populares;
82 relatos de experiências populares em vídeo.
Os relatos de experiências populares em vídeo também foram publicados e estão disponíveis na playlist no Youtube da ABA. Assista:
Sobre o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia
Desde 2003, o Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA) é realizado com participação ampla de instituições de ensino, pesquisa e extensão, da sociedade civil organizada e de movimentos sociais rurais e urbanos envolvidos com as agriculturas de base familiar, camponesa e urbana.
Inicialmente pensado como espaço de fortalecimento da agroecologia como ciência, o CBA vem amadurecendo como lócus do diálogo entre as diferentes formas de conhecimento, construído por uma ampla frente de parceiros nacionais e internacionais, configurando-se atualmente como o maior encontro latinoamericano de agroecologia.
Com o lema “Agroecologia, Convivência com os Territórios Brasileiros e Justiça Climática”, a 13ª edição do CBA aconteceu entre os dias 15 e 18 de outubro de 2025, no campus da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro (BA).
Em 2025, o Congresso foi realizado pela ABA-Agroecologia, com organização local da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (Irpaa), do Serviço de Assessoria a Organizações Populares (Sasop), da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb de Juazeiro), do Movimento dos Pequenos e Pequenas Agricultoras (MPA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). Assim como em outras edições, contou também com a contribuição de representantes de diversas organizações, redes e articulações da sociedade civil, instituições de ensino, movimentos sociais populares, poder público e comunidades tradicionais.

