
O Grupo de Trabalho (GT) Mulheres da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia realiza o seu primeiro evento aberto de acolhida e mobilização de 2026 nesta quinta-feira, dia 6 de agosto, das 18h30 às 20h30.
O evento online convida a participação de pesquisadoras, estudantes, educadoras, docentes e coletivos feministas para discutir o tema “Desafios do protagonismo das mulheres na Agroecologia”.
O objetivo é abrir um espaço de conversa, afeto e articulação em torno de uma ciência crítica, popular e feminista. Afinal, o protagonismo das mulheres na agroecologia se constrói coletivamente.
O link de acesso ao evento será divulgado em breve.
Confira a programação:
- Acolhida e contextualização com Anna Catu (Coordenação 2026/27)
- Rodada de apresentação — coletivas, NEAs e todas presentes!
- Fala inspiradora de convidadas (a confirmar nomes)
- Comentários de Michela Calaça (MDA), Leila Santana (MPA) e Sarah Luiza Moreira representante do Grupo de Trabalho Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)
Participe! Traga a sua história, a sua pergunta, a sua vontade de construir junto.
Sobre o Grupo de Trabalho Mulheres
Criado em 2011 durante o 7º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), realizado em Fortaleza (CE), o GT Mulheres da ABA-Agroecologia é formado por mulheres, representações de movimentos e organizações feministas, e tem como lema “sem feminismo não há Agroecologia”.
Os objetivos do Grupo de Trabalho são articular e visibilizar o trabalho das mulheres na agroecologia; fomentar o engajamento com movimentos sociais e organizações de mulheres rurais em universidades e instituições de pesquisa; e fomentar pesquisas, metodologias e práticas que favoreçam a participação das mulheres e a conscientização sobre gênero em diferentes espaços.
O GT Mulheres compreende a agroecologia como um projeto de vida e não como um modelo de produção, promovendo discussões sobre o protagonismo das mulheres na agroecologia e na construção do conhecimento, feminismo e Agrocologia, organização social e política, políticas públicas; saberes tradicionais e sistematização das mulheres; soberania e segurança alimentar; convivência das pessoas com diferentes biomas.
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