Participamos do Seminário Agroecologia na Embrapa: 20 anos do marco de referência

Público do Seminário Agroecologia na Embrapa: 20 anos do marco de referência, realizado em junho de 2026 em Brasília (DF). Foto: Vinícius Kuromoto/Embrapa

O presidente e as duas vice-presidentes nacionais da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia) representaram a associação na construção do seminário Agroecologia na Embrapa: 20 anos do marco de referência, realizado entre os dias 16 e 18 de junho de 2026 em Brasília (DF).

O evento foi coordenado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, e teve como foco debater sobre agendas convergentes entre a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Embrapa, com foco no papel da pesquisa e da inovação na transformação dos sistemas alimentares nos territórios. Sendo assim, o evento fez um resgate da inserção da ageoecologia como uma estratégia de trabalho na Embrapa, e refletiu sobre a conjuntura presente para planejar o futuro.

Além das vice-presidentas Tatiana Sá e Cláudia Schmidtt, o presidente e integrante da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), José Nunes da Silva, estiveram presentes no seminário.

“Destaca-se que parte desse debate se fez com o plano da CNAPO, demonstrando a abertura para o diálogo com a sociedade civil”, diz José Nunes.

Como resultado, foram definidas propostas que visam fortalecer uma rede de Núcleos de Estudos em Agroecologia (NEAs) na Embrapa, tornando-a uma estratégia prioritária de trabalho, com orçamentos próprios, que possam ampliar os números de projetos e melhorar as condições de trabalho de pesquisadoras, pesquisadores e analistas que trabalham com a pauta.

Marcou-se também a necessidade de se garantir espaços para participação da sociedade civil nos Comitês de Assessoria Externa (CAEs) das Unidades Descentralizadas (UDs), e no Conselho de Administração (CONSAD) da EMBRAPA.

“Esse passo garantiria maior incidência da sociedade civil nos caminhos da empresa, garantindo uma pesquisa Agroecológica socialmente contextualizada”, comenta Nunes.

Saiba mais:
Seminário técnico-científico revisa o marco-legal em agroecologia da Embrapa

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