
A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia) participou de todo processo de construção da 23ª Jornada de Agroecologia do Paraná, através da participação ativa da professora Gabriela Bica, que ocupa na associação o cargo de vice-presidente da Região Sul.
Durante a realização da Jornada, entre os dias 18 e 21 de junho de 2026, no Campus Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba (PR), participaram ainda como representantes da diretoria o presidente, Professor José Nunes, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), e a Professora Marília Gaia, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Como parte dessa participação, as pessoas representantes da ABA-Agroecologia participaram de debates sobre políticas públicas e participação popular, bem como de um importante Seminário com o objetivo de fortalecer a atuação da Articulação Paranaense de Agroecologia (APRA).
“Como uma realização do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), a Jornada está consolidada como um dos grandes eventos do país, primando pela partilha de conhecimentos e reafirmando que agroecologia é vida!”, diz José Nunes.
Entre as atividades, estavam conferências, seminários, shows culturais, feira de alimentação, feira da economia solidária e feira da agrobiodiversidade. Destaca-se entre os conferencistas nomes como João Pedro Stédile e Leonardo Boff como expressões do debate sobre a luta pela terra e a necessidade urgente de construirmos outra relação com a natureza, tendo na centralidade a defesa das vidas na terra.
A vice-reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Professora Camila Fachin, também participou dessa importante conferência, ressaltando o compromisso dessa universidade pública com a realização da Jornada, e consequentemente, com a construção do conhecimento agroecológico, que contribua com as transformações sociais, rumo ao Brasil mais justo e solidário.
Saina mais e veja outras fotos do evento no site do MST.
Carta da 23ª Jornada reafirma “agroecologia como resposta concreta à crise civilizatória”









